quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Gala Aniversário Tvi
- Marisa Cruz a tentar imitar Gwyneth Paltrow, mas em versão rasca, claro está.
- Fátima Lopes como sempre vestida por João Rolo, as costas são lindas, o resto nem é carne nem é peixe.
- Iva Domingues em versão Jessica Rabbit, um pouco vulgar.
- Leonor Poeiras tem o mesmo defeito que eu, é que em questão de peito sai ao pai, o vestido até é giro, mas o decote ficava mais giro, um pouco mais preenchido.
- Marina Mota em versão popularucha, com um decote absurdo, a roupa só pode ser da personagem da telenovela, é que essa seria mesma a única desculpa.
- Fernanda Serrano é mesmo um mulherão, não amo o vestido, mas a cor fica-lhe lindamente, ela é linda!
- Nunca gostei do FF mas depois de A tua cara não me é estranha, acho que piorou, está com tiques de vedeta nojentinha.
- O vestido da Cristina Ferreira foi uma desilusão.
- Adoro a Rita Pereira, nada a fazer, adoro!
- A fadista Mariza é mesmo qualquer coisa de extraordinário, fresca, leve, solta e com um vozeirão.
- Os aplausos para José Eduardo Moniz e Manuela Moura Guedes foram realmente sentidos e genuínos, bom momento.
- CC, Silvia Rizzo e João Paulo Rodrigues gostei....
- Maria João Bastos demasiado sóbria.
- Sara Matos com um colar e cor de vestido giros como ela.
- Alexandra Lencastre teve piada, embora não fossem frases dela mas sim estipuladas, teve piada.
- Mariana Monteiro parece-me bem, parece-me muito bem!
Parabéns C.
Há coisas que nunca mudam, por mais que tente, simplesmente não mudam, a minha burrice é uma delas.
Ontem estava quase a adormecer quando vi que hoje seria dia 20, nesse momento pensei, "amanhã alguém bem próximo de mim faz anos e não consigo lembrar-me de quem", acabei por adormecer com essa sensação.
Como o meu sono de tranquilo tem muito pouco, numa das inúmeras vezes em que acordei durante a noite, fez-se luz, quem faz anos hoje é o C.
Até aí tudo bem, lembrei-me da pessoa, mas o C., como ele disse, deixou de ser meu amigo, logo, por que raio tenho de continuar a lembrar-me do seu aniversário, se ele simplesmente quis deixar de ser meu amigo, ele há coisas que não mudam.
Conheci o C. no primeiro dia do secundário, depois disso nunca mais o "larguei", até ao dia... o C. não tinha um temperamento fácil, pelo contrário, detestava perder, quando tal acontecia o melhor seria não estarmos no raio de visão dele pois de outra forma tinhamos de aguentar, mas eu gostava, gostava de vê-lo enervado a enrolar a lingua, gostava da espontaneidade dele, da sinceridade, dizia sempre o que pensava, mesmo que isso magoasse e durante muito tempo acreditei que tinha ali um amigo para a vida, gostava da companhia dele, divertia-me, ri muito com o C., também chorei, naqueles dramas em que temos 16 anos e parece que o mundo vai acabar, ele esteve sempre lá, ouvia-me sempre.
Mas há coisas, que por mais que pareçam que têm um rumo, que será por ali o caminho, na verdade tal não acontece e como tal, quando me separei de determinadas pessoas, quando fui julgada por outras pessoas, quando fui mal criticada, quando simplesmente inventaram coisas em proveito próprio, o C. começou a "fugir-me". Sei que no início ainda tentava estar de um lado e do outro, pelos vistos, não conseguiu.
Até ao dia em que ouvi da boca de alguém muito próximo, "O C. ontem disse-me eu não sou amigo da R., eu fui amigo da R.".
Pois bem, meu ex amigo, desejo-te um feliz aniversário, espero que continues o mesmo, embora tema que não, gostava de poder parabenizar-te pessoalmente, mas perdi esse direito há uns bons anos atrás.
Não sei o que perdemos, porque dizem-me que mudaste, não sei se fui eu quem perdeu um bom amigo, ou se foste tu quem mais perdeu, acho que ambos, mas a opção foi tua.
Felicidades!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Detesto o dia dos namorados, não acho mesmo piadinha nenhuma, aliás, deve ser o dia do ano de que gosto menos.
Mas nem sempre foi assim, aliás, durante uma parte da minha vida, gostava imenso do dia dos namorados, na escola primária quando recebia as cartinhas do namoradito, no ciclo quando os professores decidiram fazer o correio de S. Valentim, em que recebiamos cartas dos "admiradores" e até mesmo durante uma parte do liceu.
Mas foi no liceu que tudo mudou, isto porque foi nesse dia que percebi que além de ter sido traída, ele tinha voltado para a ex namorada e como se não bastasse ofereceu-lhe um peluche enorme, com um coração, depois desse dia,passei a detestar o dia dos namorados, porque senti uma dor tão grande, fiquei tão destroçada, que durante muito tempo, aliás ainda hoje consigo vê-la a entrar no liceu com o parvo do urso.
É certo que dias depois voltou para mim, mas há sensações, há sentimentos e momentos que não se esquecem.
Ele foi o meu primeiro namorado, o meu primeiro amor, a minha primeira paixão, e foi assim durante anos, confesso que pensei sempre que seria um daqueles amores eternos e durante muito tempo ele foi o amor da minha vida. Vivemos muito apenas os dois, fomos muito felizes, estávamos numa idade em que parecia que iria morrer de amor, era um sentimento que transbordava, que me enchia de coragem e completava o meu mundo, era uma idade em que acreditávamos em histórias encantadas, em que tudo era mais simples ... mas também fui muito infeliz, também chorei imenso, fui muito triste e doeu muito.
Hoje olho para ele e penso "como pude ser tão louca por ti?" e não obtenho resposta, mas o certo é que até hoje, detesto o dia dos namorados e felizmente o verdadeiro amor da minha vida entende e respeita isso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Estás a ver aquela rapariga a dançar? É a R. Quando namorava comigo não dançava assim, tão solta, tão livre. Sabes porquê? Porque como eu não gosto de dançar, nunca saía para dançar com ela, faziamos só aquilo que eu queria.
Ela tentava arranjar sempre coisas novas para fazermos, pensava sempre num plano para o fim de semana, mas eu nunca quis saber, aliás, achei sempre que ela como pensava sempre em tudo, eu não tinha que fazer nada.
Quando fazia aniversário, ou no Natal, ou nas nossas datas, ela esforçava-se sempre em comprar alguma coisa para mim, ou marcar algo diferente para fazermos, e eu? Eu não, só lhe perguntava o que ela queria e era isso que oferecia, assim dava muito menos trabalho.
A única coisa que fazia era enviar mensagem de manhã, muitas vezes a falar do tempo e ligava à noite para desejar boa noite.
Aos sábados como tinha jogo, ela se quisesse estar comigo tinha de ir aos jogos, ou então esperar por mim, depois disso, mesmo quando ela queria sair para dançar, eu não queria.
Aquela roupa que está a usar, eu já a conheço, mas nunca lhe disse que fica mesmo gira assim. Nunca demonstrei que a desejo, ela só tinha de pensar que se estava com ela, era óbvio.
Quando discutia e demonstrava o ponto de vista dela, eu só esperava, sem dar muita importância, porque ela sozinha conseguia resolver os problemas na cabeça dela, bem simples.
Nunca deixei de fazer alguma coisa por ela, ou fiz algo contrariado, só porque ela gostava. Quem quisesse estar comigo tinha de fazer o que eu queria. Aliás por vezes quando me falava em determinado programa, se eu não gostasse ou não quisesse ir, dizia logo que não, sem sequer lhe perguntar o que ela queria fazer.
Pois, ela hoje é minha ex namorada. Senti que ela estava a afastar-se de mim, mas isso não me assustou, porque ela resmungava, dizia que fazia e acontecia, mas não passava disso, de palavras, bastava esperar, porque para mim ela esteve sempre na minha mão. Até ao dia em que percebi que ela já não é minha, mas nem é isso que dói, o que dói é sentir que deixei fugir a pessoa que mais me amou e que mais me completa.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Californianas
Daquelas coisas "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Quando surgiu esta onda das californianas detestei, lembrava-me daquelas miúdas loiras platinadas, com uma enorme raiz preta, depois, à medida que fui vendo mais e diferentes, gostei, isto é, gosto daquelas que não passam de um tom super escuro, para um super claro, essas acho um pavor.
Por exemplo, as da Rita Pereira são pavorosas.
Gosto das suaves, que de um castanho, não muito escuro, passam para um mais claro, sem chocar.
As da actriz Suzana Vieira são horrorosas, aliás, nem percebo a intenção.
Já as da Cláudia Vieira, adoroooo, como adoro tudo nesta mulher.
Por exemplo, as da Rita Pereira são pavorosas.
Gosto das suaves, que de um castanho, não muito escuro, passam para um mais claro, sem chocar.
As da actriz Suzana Vieira são horrorosas, aliás, nem percebo a intenção.
Já as da Cláudia Vieira, adoroooo, como adoro tudo nesta mulher.
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