segunda-feira, 22 de maio de 2017

Globos de Ouro!

Apesar de A Pipoca Mais Doce e o Por Falar Noutra Coisa já terem dito quase tudo, aqui ficam as minhas "postas de pescada"sobre as farpelinhas:

Gosto deste casal. Acho a Diana Chaves uma miúda cheia de pinta. Sobre a farpela, gosto do modelo do vestido. Mas não consigo de deixar de associar a parte de baixo a um cortinado.


Para aquilo que já nos habituou, a Cláudia não está no seu melhor de sempre. 
Algumas pessoas dizem até que este modelo de vestido se encontra à venda no Chinês. Bem, em primeiro lugar digam-me em qual, que eu passo já lá. 
Depois, a Cláudia é uma daquelas pessoas que faz o vestido. 
É elegante e isso salta à vista de todos.


As fashionistas adoraram, eu como não sou fashionista e não me apetece entrar na onda, vejo um corpaço do caraças, envolto de uma manta transparente esvoaçante e lingerie por baixo. Queria ver a malta que diz que este é o mais giro, com isto vestido.


Não vou à bola com a Sara Matos. Ainda mais porque amarfanhou o Teixeirinha da Cláudia e isso, miga, não se faz. Não gosto da clutch e muito menos das sandálias. Mas gosto do vestido, principalmente do decote.


Bem, Daniel Oliveira com um casaco em homenagem à cereja de Resende, Andreia Rodrigues está bonitinha, e é um vestido que dá sempre jeito, isto é, cortar metade e temos vestido para a passagem de ano.


Gosto, gosto, gosto. É simples e bonito. Só tenho pena daquilo que a Oceana tem feito no rosto. Acho que foi sempre tão gira e agora está tão artificial. Nada contra botox, ou plásticas e mesmo sabendo que cada um faz o que quer do corpo, acho que foi um caso de alguém que foi estragar aquilo que estava bem.


Bárbara filha, vamos ter de conversar. 
Então deixas aquele pão do teu namorado e agora apareces assim?! Cá estão dois sinais bem fortes de que a piquena deve estar a passar por uma má fase. 

Mais vale cair em graça do que ser engraçado. 
A Strada é um exemplo disso. 
Não gosto da perna de fora mais batida de sempre desde a Jolie e do vestido é assim um nim. 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Desabafos de uma Advogada, no dia do Advogado!

Dou muitas vezes por mim a pensar "porque raio escolheste este curso?!"

Não é fácil, não é.
Ninguém nos avisa.
É duro.

Matérias pesadas, livros enormes, teoria, teoria, mais teoria. Alguma, ou muita, com pouca utilidade para a vida profissional.

Sei que nesse aspecto fui privilegiada, pelo factor Universidade, uma vez que frequentei uma das melhores faculdades de Direito do País, a Católica. 
(Obrigada meus queridos paizinhos).

Mas sei que foi duro, com exames desastrosos pela frente, porque não nos preparam para a faculdade. 
Pelo menos eu tinha um método de estudo que deixava um pouco a desejar. 
Pensávamos que estudar o mesmo que estudávamos nos exames do Secundário seria suficiente. Pois não era!

Durante os dois primeiros anos do curso, a vontade maior foi sempre uma: desistir!
Não o fiz. 
Continuei com incentivos de familiares e por vontade própria. 
Com altos e baixos, mas continuei, sem desistir e consegui! 
De cartola, bengala e lágrimas: consegui. 
Foi um dia feliz!

Se durante o curso estás ansioso para que termine, pensas que o melhor está por vir, pois lamento, mas estás redondamente enganado.

Não há melhor tempo do que aquele que passámos no secundário e na faculdade. 
Sem preocupações, livres, leves e soltos, e sempre, ou quase sempre, felizes.

Depois surgem mais indecisões.
"Vou para a Ordem?!"
"Faço a tese do mestrado e tento o CJ?!"
"Fico por aqui?! Tento encontrar emprego como jurista?!"

Pois, no meu caso a primeira hipótese foi a escolha.

"Vamos lá, venha a Ordem"....

Mais uma batalha! 
Das duras.

Deparas-te com um Bastonário amado pelo povo, diziam que era alguém "sem papas na língua", tal como todos gostam.

Na verdade, nem todos gostam. 
Os Estagiários não gostam. 
Não gostam de ver os emolumentos a triplicar, alguns a terem até de ficar pelo caminho, pois não tinham suporte financeiro para acarretar tal mudança. Além de tantas outras coisas.

Começa o estágio, não remunerado (não é obrigatória a remuneração).
Inicialmente estabelecem um prazo de duração do mesmo.
Esqueçam lá isso. 
Será sempre mais longo, mesmo que sejas aprovada em todas as fases, como foi o caso.

Tens uma fase inicial de um estágio com mais teoria. 
Começas a lidar com a tramitação processual, a vida no escritório, os clientes, a profissão.

No final dessa primeira fase, enfrentas uma semana de exames, segunda, quarta e sexta, com toda a matéria e mais alguma, das 09h às 17h00.

Vem a segunda fase, aí já mais prática.
Com a obrigatoriedade das intervenções, assistências, relatórios. 
O tribunal. 
As togas, as becas.
Os cumprimentos, elogios e alegações.

No final da mesma, mais um exame do demo, com matéria suficiente para uns 5 exames. 
Mas não. 
É só um. 

Depois desse, a oral.

Para uns exploração, para outros não.

Para uns aprendizagem, para outros não.

Para uns bom, para outros mau.

Assim termina o estágio.

És Advogada! 

"Ai que maravilha, vou apenas trabalhar na área que mais gosto e ganhar dinheirinho."

Bem, as coisas não são, nem pouco mais ou menos, assim.

És advogado, psicólogo, assistente social, terapeuta e até padre.

Tens de estar sempre disponível, a qualquer hora do dia, talvez da noite.

Engoles sapos, ganhas causas e perdes. 
Umas vezes justa outras injustamente.

Vives as coisas. 
Por isso é que muitas vezes descarregas nas pessoas mais próximas. Não com intenção, ou com maldade. Mas onde está o escape?! 

Como poder sair do escritório e não pensar em prazos?! Não sei.

Como sair do escritório e não estar triste pela absolvição de alguém por insuficiência de prova?! Não sei.

Não dá para desligar a ficha, nem o botão. 
É a vida. 
A que tu escolheste.

No final, não trabalhas apenas nas áreas que mais gostas. 
Não podes. 
Pelo menos eu não posso. 
Talvez chegue a esse dia. 
Com mais anos de prática, de experiência, de estudo e de conhecimento.

Não podes parar. Tens sempre de actualizar, como as leis.

Mas no final, também sei que foi por isso que escolhi o Direito. Pela luta. Tenho de ter sempre coisas para resolver.

Escolhi ainda mais pelos direitos humanos. 

Pela possibilidade de poder ajudar alguém.

Serei sempre a eterna insatisfeita, a que quer mais. 
Conhecer mais, saber mais, ajudar mais. 

Quem sabe então conseguir mudar um bocadinho o mundo, o de todos ou o de alguém!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

15 de Maio - Dia Internacional da Família.


Porto seguro, de abrigo.

É quem aceita ou tem de aceitar aquilo que somos, sem filtros.

É quem chama, procura e faz questão de estar presente. Com risos ou lágrimas, mas está.

É quem torce de verdade pela nossa felicidade.

É quem nos quer bem.

É quem divide um estalinho entre confidências e segredos.

É quem partilha os melhores momentos. Uma bolha em que o tempo passa sem dares conta.

É amor.

Capelas.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Papa Francisco.

Um homem bom.
Que nos une, a todos. 
Quer acreditem, quer não.

Um homem que não diferencia.

Hoje vem cá, ao nosso cantinho à beira mar plantado. 
Por vezes sinto que estamos a falar de um amigo, um amigo bom.

São milhares os que estarão lá, para o ver.

Os que caminharam até lá. Os peregrinos. Que são movidos pela fé, pelo acreditar. Uns para agradecer, outros para pedir. 

Também tenho de ir lá, a pé. Para agradecer. Porque acredito que a fé é aquilo que nos move.

Ontem foram inúmeras as reportagens sobre os peregrinos que ali chegaram. 
Tentaram transmitir aquilo que eles sentem quando entram no Santuário. 
Tentaram, porque acho que só quando o fizer é que sentirei de verdade o que é. 

Sei que me emociono sempre que os vejo. Tal como os jornalistas que ontem também não conseguiram esconder a emoção.

Não sei a dor que sentem, a dificuldade que encontram pelo caminho. Mas sei que acreditam, tal como eu!




quinta-feira, 11 de maio de 2017

Dicas: cabelo.

Os meus queridinhos:


De todas as placas alisadoras que já tive, esta é sem dúvida a minha favorita.
É da Rowenta, podem comprar por exemplo na Worten, tem a função Wet & Dry, e é realmente boa.



Em relação a creme de pontas, de todos os que já experimentei, gosto muito deste. Compram em qualquer cabeleireiro que tenha a marca, na Terra das Flores passem no cabeleireiro da Tia Júlia, na Avenida Principal, encontram sempre para venda. É óptimo!

Pratica o bem, o resto vem.

Numa época em que a maledicência parece reinar, em que todos são críticos sobre tudo e até mais alguma coisa, mesmo sem conhecimento de causa (que isto da liberdade de expressão é maravilhoso), pratiquemos o bem, queiramos o bem, tornemos isso a tendência principal.

Perder tempo a comentar alguma coisa que nem gostamos, apenas porque sim?! Para quê? Todos sabemos que nem todos gostam do amarelo.

Entrar na onda da crítica apenas para ter mais um gosto ou uma visualização nas redes sociais?! Para quê? As contas não são pagas através disso e a vida não é só isso.

Não querendo entrar na onda da crítica sobre quem critica, quero apenas passar a mensagem de que seremos muito mais felizes a fazer, a opinar, a falar sobre aquilo que gostamos, aquilo que queremos, a praticar o bem, porque assim, de facto, o resto vem!



quarta-feira, 10 de maio de 2017

Uma mulher se ...

Acompanha um colega em viagem profissional é sempre vista como a secretária, a esposa, ou a estagiária. Mesmo quando é a coordenadora do projecto, a chefe, a maior parte das pessoas vão sempre dirigir-se ao homem e não à mulher.

Se vai jantar fora com o companheiro, em que um dos elementos do casal pede uma cerveja e o outro um sumo, o que acontece?! Atribuem quase sempre a cerveja ao homem e o sumo à mulher.

Se tem filhos, um marido, uma casa, um emprego, é quase sempre ela que tem de ficar em casa a cuidar dos filhos, da casa, de tudo, para que o marido tenha tempo para as coisas dele. Porque "coitadinho, trabalha muito".

Quando é que isto termina?! Quando é que a sociedade consegue perceber que a inteligência, a capacidade de conseguir vencer no âmbito profissional não se mede pelo facto de sermos homens ou mulheres?! Quando é que não "fica mal" a mulher beber um copo, se o homem também o faz?! Quando é que os homens páram de pensar que "têm de dar uma ajuda lá em casa"?! Já que na realidade os filhos, a casa, o casamento é dos dois e não apenas de um! 

Não se exija supremacia, porque não é disso que se trata, exija-se Igualdade! Lutemos por Ela!

terça-feira, 9 de maio de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Qual a vossa segunda cidade?!

A propósito de uma publicação linda da Ursa, que podem ler aqui dei por mim a pensar na minha segunda cidade, ou então num dos meus sítios, sem "razões nem raízes", tal como refere a Ursa.

Falo de Portimão e da sua Praia da Rocha. Durante anos sentia um não sei explicar de emoção e de cheiros assim que lá chegava, hoje continuo a sentir esse cheiro, mas acho que já consigo identificar.

Portimão cheira a infância, a memórias. A Miramar, Júpiter ou Mar Azul. Portimão cheira a sardinhas na Ponte, com feiras do livro e passeios com o Pai.

Portimão cheira a primos, a sorrisos e a gelados. A ingleses e piadas. Portimão cheira a felicidade. A cabelo branco do sol, a sardas salientes, a mimo.

Portimão cheira a água salgada, amizades de Verão e frango com muito picante.

Cheira a passeios em família, a momentos tão nossos que de certeza perduram no coração de todos nós.

Cheira a Katedral, a vontade de ser mais crescida para poder ir com eles, mas adormecer no sofá, com o cansaço que os dias de praia provocam em crianças, perante promessas de "hoje vais connosco", antes que eles saíssem de casa.

Portimão cheira a tios, a banda desenhada e a comida sempre pronta.

Portimão cheira a Sr. Florindo, cheira a sonhos e a vaidade, a tranças no cabelo, a escorregas na praia, a felicidade.

Fui sempre feliz em Portimão. Com os meus. Com os nossos 15 dias de Agosto em que tudo era simples e fácil como adormecer com o som do mar após uma bola de berlim sem creme e um mergulho com medo do peixe aranha.

"Sem razões, nem raízes" porque Portimão escolheu-me para ser feliz ali, com laços invisíveis e eternos.