quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Não gosto de pessoas más.
Não gosto de pessoas tóxicas. 
Não gosto daqueles que pensam que tudo sabem e que a única opinião que conta é a deles.
Não temos de opinar sobre tudo, até porque nem sempre estamos correctos e aquilo que é melhor para mim pode não ser melhor para ti.
Temos de saber separar as coisas. Perceber que a vida é vivida apenas por uma pessoa, não pelos outros. Podemos partilhar, podemos ter necessidade de um conselho, mas a única coisa que importa é aquilo que sentimos.
Chega de julgar, de achar que o outro está errado apenas porque não fez da forma que nós faríamos.
Chega de Reis na barriga, de mimalhices ou de dramas sem sentido.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Xinapá, vais casar!

Nunca te imaginei casada ou com filhos, mas menos do que isso, noiva e a viver em Itália.
Longe de sonhar com isso na nossa infância.
Tinhas 4 anos quando nasci e adoptaste-me como irmã de sangue, contava contigo para tudo e ainda conto.
Foste das primeiras pessoas em quem confiei as noites mal dormidas, consegui encontrar em ti a serenidade que até então só tinha com o meu irmão, o de sangue.
Fomos sempre inseparáveis e acho que quem nos conhece consegue ter uma ideia daquilo que representamos na vida uma da outra, mas a verdade, só nós sabemos.
Conheces-me como ninguém e eu a ti. 
Sei de quem gostas ou de quem não gostas, quem te faz mal ou bem, com quem és feliz e o que pensas sobre tudo. Não somos de abraços, nem de despedidas, nem de lamechices, mas somos de sentimentos e fazes-me falta. Sinto falta de ir a tua casa todos os dias, de falar sobre tudo, de partilhar tudo e simplesmente de estar. Sinto falta do Campo Alegre, de seres a primeira a levar-me à faculdade quando estava desmotivada, de aturares os meus amuos e birras, das nossas lulas, da broa com paio às 23h00, da massa de bolo, de me aborreceres com os teus banhos de duas horas, de cederes aos meus pedidos até os de "vamos ver as prostitutas", ou de esperares até às 00h00 com um bolo de iogurte pelo meu aniversário.
Até hoje não te imaginava no altar, a minha Maria Rapaz de cabelo curto e óculos grossos, porque "eu pentava, pentava, não pentava cotei..."
Irás de saia de princesa ou de vestido flutuante? De branco ou de cor de rosa? Eu sei as respostas e tenho a certeza que vais ser a noiva mais bonita que já vi, pelo menos para mim.
Gosto de ver-te feliz, como és com o António. O António é o teu equilíbrio, aquilo que tu precisas para arrebitar, porque puxa por ti e dá-te luta, e eu sei o quanto gostas que te dêem luta! 
Não te quero ansiosa, quero que vivas este momento, sem pressas, porque não voltarás aqui.
Xinapá tu vais casar! Vais casar e vais ser feliz, porque mereces.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Pêlo, pelinho como és tão quentinho!

 Sou friorenta e por isso detesto o Inverno.
Detesto parecer uma chouriça com a quantidade de roupa que visto e não gosto de usar sempre casacos de plumas, não são bonitos e ficam mal com botins de salto alto.
A solução? Casacos de ou com pêlo!

Mango
Mango
Mango
Zara
Zara
Zara
Zara



terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Esparguete a la Ritoca...

Gosto de cozinhar e adoro comer, em pequena detestava massa e nos dias de hoje além de ser um dos meus pratos favoritos é um dos que melhor sei cozinhar.


Ingredientes:
- Esparguete;
- Camarão congelado;
- Miolo de camarão:
- Uma lata de cogumelos;
- Pimento vermelho;
- Creme de marisco;
-  Um pacote de natas;
- Um pacote de molho de tomate;
- Alho;
- Sal; 
- Orégãos;
- Pimenta preta;
- Piri-piri;
- Azeite;

Modo de confecção:
Numa panela cozer o esparguete com água e sal.
Cozer o camarão congelado em água e piri-piri, colocar de lado. Confeccionar o creme de marisco apenas em água, utilizo os instantâneos e faço como se fosse para um prato de sopa.
Numa panela/tacho maior, com capacidade suficiente para no final misturar todos os ingredientes, colocar alho e azeite, depois de alourar juntar o miolo de camarão, o pimento vermelho a gosto e os cogumelos, deixar cozinhar.
De seguida juntar o creme de marisco previamente confeccionado, as natas e o molho de tomate. 
Temperar com orégãos e pimenta preta a gosto. 
Normalmente deixo cozinhar aproximadamente 5 minutos e junto o esparguete, envolvo bem e no final coloco o camarão cozido.
Uma receita fácil, rápida e deliciosa.



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Minha querida Olivia, afinal até tu tens dias maus...


E ontem foi o dia, ou melhor, a noite!

Globos de Ouro: a vencedora...


Jennifer Lawrence em Dior

Os vencedores:

Best Performance by an Actress in a Supporting Role in Any Motion Picture: Kate Winslet, Steve Jobs

Best Performance by an Actress in a Supporting Role in a Series, Limited Series, or Motion Picture Made for Television:
 Maura Tierney, The Affair

Best Performance by an Actress in a Television Series—Musical or Comedy:
Rachel Bloom, Crazy Ex-Girlfriend

Best Television Series—Musical or Comedy:
 Mozart in the Jungle, Amazon

Best Television Limited Series or Motion Picture Made for Television:
 Wolf Hall, BBC

Best Performance by an Actor in a Limited Series or Motion Picture Made for Television:
 Oscar Isaac, Show Me a Hero

Best Performance by an Actor in a Supporting Role in a Series, Limited Series, or Motion Picture Made for Television:
 Christian Slater, Mr. Robot

Best Original Score, Motion Picture:
 Ennio Morricone, The Hateful Eight

Best Performance by an Actor in a Television Series, Drama:
 Jon Hamm,Mad Men

Best Performance by an Actor in a Motion Picture, Musical or Comedy:Matt Damon, The Martian

Best Motion Picture, Animated:
 Inside Out

Best Performance by an Actor in a Supoorting Role in Any Motion Picture: 
Sylvestor Stallone, Creed

Best Screenplay, Motion Picture: 
Aaron Sorkin, Steve Jobs

Best Performance by an Actor in a Television Series, Musical or Comedy:
Gael Garcia Bernal, Mozart in the Jungle

Best Motion Picture, Foreign Language:
 Son of Saul, Hungary

Best Performance by an Actress in a Limited Series or Motion Picture Made for Television:
 Lady Gaga, American Horror Story: Hotel

Best Original Song, Motion Picture:
 "Writing’s on the Wall" Spectre, Sam Smith, Jimmy Napes

Best Television Series, Drama:
 Mr. Robot, USA Network

Best Director, Motion Picture:
 Alejandro G. Inarritu, The Revenant
Best Performance by an Actress in a Television Series, Drama: Taraji P. Henson, Empire

Best Performance by an Actress in a Motion Picture, Musical or Comedy: 
Jennifer Lawrence, Joy

Best Motion Picture, Musical or Comedy:
 The Martian

Best Performance by an Actor in a Motion Picture, Drama
:
 Leonardo DiCaprio, The Revenant

Best Performance by an Actress in a Motion Picture, Drama: Brie Larson, Room


Best Motion Picture, Drama: The Revenant



quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

2016 ainda agora começou...

E as redes sociais já têm dado que falar:
Começamos com os ciúmes da Ivete:


Pois é, diz que até os furacões da Bahia são inseguros.
Passamos para a polémica do naco de carne do Tascö, para uns humor negro, para outros tentativa de piada de mau gosto. O certo é que somos todos livres, até interferirmos com a liberdade dos outros.

 
 
 
Hoje fomos arrebatados com a força, coragem e magia da Sofia Ribeiro! Tudo vai dar certo!
 


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sentes ciúmes ou inveja porquê?

A resposta foi dada pelo Osho: porque te comparas.
Enquanto não compreendermos que somos únicos e incomparáveis, esses sentimentos ruins existirão.
Ninguém é perfeito, ninguém é sempre bonzinho, todos nós, a dada altura da nossa vida já sentimos ciúmes ou inveja, e porquê? Porque nos comparamos com os outros: ou porque os presentes dos outros são melhores que os nossos, ou porque o marido das outras é melhor do que nosso, ou porque nós temos todos os problemas do mundo e os outros não sabem como é, sempre a comparação.
A comparação é terrível e é mesquinha.
A vida é nossa e nós somos únicos e incomparáveis. Já viram se nos comparássemos a um carro? Teríamos de ser brancos, pretos, azuis ou vermelhos? Isso faz algum sentido?!
Pois , a comparação também não faz.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Estamos em 2016!

Dizem que é ano novo, vida nova. Não concordo com a expressão, porque a maior parte das vezes é apenas uma frase feita, a vida continua igual e as resoluções do novo ano duram, a correr bem, até Fevereiro.
Mas podíamos recomeçar com um pensamento: sonhem tudo, peçam tudo, acreditem sempre que é possível.
Não fiquem pela metade, não amem pela metade, não digam "vai-se andando", porque isso é um nim, e os nim não nos definem.
Sei que não é fácil encontrarmos as respostas, ando nesta luta há algum tempo e ainda não a venci, mas acredito que conseguirei lá chegar.
"Porque o tempo pode ser igual para um relógio, mas não para um homem."

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Natal...

Natal é perceber que mesmo que pudesses escolher não trocarias a tua família por outra.
Natal é perceber que não poderias ser normal, porque a tua família também não é.
Natal é perceber que esse teu dom de beber finos de uma só vez está no sangue.
Em 30 anos não me lembro de tanta diversão.
Talvez veja a coisa com outros olhos, talvez a idade nos faça perceber aquilo que é realmente importante, a única coisa de que tenho a certeza é que aquele é o meu meio, é ali que sou completa, inteira e feliz. 
Não preciso esconder, florear ou tentar agradar. 
Somos o que somos, de cara lavada, de foguetes nas meias, de casacos emprestados.
Somos inteiros, naturais, com virtudes e defeitos, está no sangue que nos corre nas veias.
Fomos 43 a jantar e mais alguns na sobremesa, fomos barulho, calor, copos de maduro, dança do pinguim, do táxi, do Tony, fomos música da família, risos, gargalhadas, abraços e saudade.
Sou uma privilegiada, serei sempre.
Somos nós e isso basta-me.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Como ela é bela...





"Ai como ela é bela, bela demais
E eu só tenho pena
De já não saber como ela vai
Quando dei por mim alguém viu em ti
Algo que eu não vi e então perdi
E eu só espero que, sejas feliz
Já que te levaram de mim."

Assim canta o Agir.
Quantos de nós não pensarão o mesmo?!
Aquele lugar comum do "só damos valor quando perdemos".
Não será essa uma das piores sensações do mundo?! O "porque é que eu não fiz isto, ou disse aquilo"?!
Só se torna mais fácil se acreditarmos que só temos aquilo que precisamos, aquilo que merecemos e que o universo conspira sempre, sempre, a nosso favor.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Somos todos carneiros? Não, não é uma ofensa!

Seremos todos carneiros?
Seguimos as tendências porque até fica bonito ou porque realmente gostamos?
A culpa serão as redes sociais? Ou a falta de criatividade/originalidade? Talvez até o comodismo de não termos de perder tempo a pensar, deixando que os outros o façam por nós.
Isto não é uma crítica, é apenas uma observação. A título de exemplo  ainda não parei para reflectir, ou relembrar, se de todas as vezes que coloquei um gosto no Facebook, o fiz porque realmente gostei ou apenas porque os outros também o fizeram.
Agora a malta anda toda virada para as corridas, o que eu acho muito bem, porque faz bem à saúde e temos de cuidar da máquina, mas fazem-no porque gostam realmente ou porque está na moda participarem em trails e colocarem as fotos no Facebook?!
Nada contra, cada um tem a sua liberdade, logo, pode fazer o que bem entender. A única coisa que queria realmente perceber é se já pararam para pensar se isso vos faz realmente feliz.
Outra coisa que está em alta são as sementes, as papas, as panquecas do buda, etc. Todos comem sementes, é vulgar vermos fotos de chia, linhaça, papas de aveia, sumos com couve, espinafres e cenoura. Eu também já o fiz, mas grande parte está lá em casa a ganhar bolor. Lá está, comprei porque aconselharam, faz bem, ficamos com a sensação de estômago cheio, dá energia e por aí em diante. Sei que se a minha avó fosse viva ficaria realmente surpreendida por comermos aquilo que antigamente dávamos aos pássaros. Onde está o velhinho pão com queijo e marmelada?!
Eu sei, evoluímos, mas isso quer dizer que tenho de comer aquilo que não gosto, só porque está na moda e até é giro colocar fotos no Instagram?!
Além disso, teremos todos de ir aos Passadiços do Paiva e ao Porto ver a árvore de Natal?! Vão porque gostam, porque é algo que vos faz feliz ou porque é giro colocar a foto no Facebook?!
Outra coisa que me arrelia é o facto de termos de ser sempre simpáticos com a sra da padaria ou a menina da fruta, se até nem estamos nos nossos dias. Teremos mesmo de fazer aquela conversa tão útil do "será que hoje vai chover?". Se não nos apetece falar com ninguém, fazemos isso porquê? Vivemos em sociedade, respondem alguns, temos de saber viver. Mas não podemos apenas ser honestos?!
E porque é que temos de estar com a Érica, a Sofia ou a Renata, quando sabemos que elas são umas chatas do pior e nem sequer são nossas amigas? Teremos de passar tempo com elas, para quê? Para chegar em casa e descontar no namorado, no marido ou nos filhos?
Além disso também está na moda criticar tudo o que os outros fazem, se colocam uma foto de perfil com a bandeira de França, se partilham um vídeo a agradecer à amizade ou a relembrar os momentos do ano que está a terminar.
Poderá até parecer que eu estou a fazer o mesmo, a criticar os que fazem e os que criticam. Mas não estou, aliás, já fiz muitas das coisas supra referidas, não sei se continuarei a fazer, mas espero sinceramente que não.
A única coisa que eu gostava é que não fôssemos carneiros, robots, ou vítimas de uma sociedade sistematizada que nos leva a adoptar comportamentos que não são aqueles que, bem lá no fundo, nós queremos.
Já pensaram se realmente gostam daquilo que estão a fazer neste momento?! Já pensaram se querem mesmo ir àquele jantar de Natal da empresa?!
Eu não pensava muito nisso, mas desde ontem que talvez o comece a fazer mais, depois das conversas sérias com a Marta Gautier, em que me tentou ajudar a perceber aquilo que eu gosto ou me faz bem, em que me tentou ensinar a viver o agora, o preciso momento em que escrevo este post no meu blog, em que sinto os dedos no teclado e penso apenas nisto. 
É uma tarefa difícil e não sei se algum dia chegarei lá, até porque estamos habituados a pensar no passado que nos traz saudade ou no futuro que nos causa ansiedade. Mas o presente, o agora, fica um bocadinho posto de parte, porque já estamos a pensar que saímos às 18h30 e ainda temos de ir correr, ou às compras para o jantar, ou onde nos der na real gana.