quarta-feira, 25 de março de 2015

50??? Sarah Jessica Parker

Como é que é possível?! Sarah Jessica Parker, faz hoje 50 anos, sim leram bem, 50 anos, com aquele corpicho. A eterna musa inspiradora das viciadas em "O Sexo e a Cidade", embora eu seja team Samantha, o certo é que o estilo e a pinta desta Sr.ª falam por si.











terça-feira, 24 de março de 2015

Tendência - Camurça

Diz que a camurça está na moda, pelo menos "no Porto usa-se muito", como dizia a Sr.ª Maria.
Eu não sou particularmente fã, a não ser de um blazer fluído da Zara, mas é caro como tudo.
No entanto, aqui ficam as provas de como a camurça veio para ficar durante a Primavera (All Zara):







Este é lindooo



segunda-feira, 23 de março de 2015

Delicada, doce e tranquila... sou eu...

Só que não.
Ou então sou delicada como um coice de mula, sou doce como o limão e tranquila como o furacão.
Confesso que gostava de ser delicada, de ser menininha, de ser doce e tranquila. Mas não sou.
Chamo os bois pelos nomes, digo as coisas como são, sem rodeios e sem floreados. Não sou doce, aliás, por vezes sou áspera, bruta e se tiver de ser arruaceira. Não é bom, nem é bonito, mas há características inatas.
Sim, tenho defeitos, muitos e variados, mas com tudo isto posso dizer que sei quem gosta de mim, e esses são os que me aceitam tal como eu sou.
Com isto quero apenas dizer que o melhor é não escondermos, não tentarmos disfarçar, porque hoje estamos aqui, mas amanhã não sabemos. Valerá a pena viver com máscaras?! Desperdiçar o tão precioso tempo a tentar mostrar aquilo que não somos?! Eu acho que não. 
Sei que já tive os meus dissabores, mas também sei que quem fica, quem permanece na minha vida, não se assustou com estas características. 
Um exemplo, o moss após ouvir tudo o que eu digo, ainda se ri e diz algo como "tu és mesmo delicada..." só que não!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Brincos giros nas horas!

Tenho estes três modelos para entrega imediata!



O meu Pai!

O meu Pai é o Pai Zé.
Bem sei que todos pensam que têm o melhor Pai do mundo, mas eu acho que o meu é que é. Pelo menos é o melhor Pai do meu mundo. Se pudesse escolher, mesmo que pareça cliché, eu escolhia sempre o Pai Zé.
O meu Pai foi, é e será sempre o meu herói, pimba mais um cliché, mas tão verdadeiro e tão sentido.
O meu Pai nunca me bateu, não que eu não merecesse, mas o certo é que nunca o fez. Preferia sempre optar pelo castigo. Lembro-me de ser pequenina, de entrar para o infantário e chorar por não querer ficar lá, vai daí o meu Pai trouxe-me para casa, pensava eu que passaria o dia a brincar na rua, como habitual, mas tal não aconteceu. O meu pai mandou-me para o quarto e só saía de lá para comer e ir à casa de banho. Resultado: no dia seguinte estava em pulgas para ir para o infantário.
Sei que fui e sou a menina dele, até há bem pouco tempo era mesmo assim que me tratava, perguntava sempre pela "menina".
O meu Pai foi vítima da crise, com mais de 50 anos teve de sair do País que sempre conheceu para trabalhar, para mudar a vida dele e a nossa. Bem sei que alguns criticaram, perguntando mesmo porque motivo eu não deixava de estudar e ia trabalhar. Mal sabiam que já tinha sugerido isso, mas também já sabia qual seria a resposta dele "tu agora tens de estudar, do resto trato eu".
O meu Pai é chato, repete mil vezes a mesma coisa, está sempre a dizer coisas como "já devias ter saído", "tem cuidado que a estrada está molhada", "uma pessoa para chegar a horas tem de chegar 5 minutos antes, não é cinco minutos depois". Mas até dessa faceta melga eu tenho saudades.
Lembro-me que em pequena, sempre que se chateava comigo dizia algo como "eu só falo uma vez", ou "sabes com quem estás a falar", o certo é que conseguia desarmá-lo com um "sei, é contigo".
Tenho saudades de entrar no quarto dele de rompante e saltar para cima dele, de puxar-lhe os pelos do sovaco, ou de simplesmente ir a algum lado com ele, para ajudar em mais uma das engenhocas em que se meteu.
Tenho esperança que em breve venha e fique!
O meu Pai é o melhor do mundo, é o meu herói, o meu exemplo, o meu Rei!
Tal como já lhe disse hoje, tenho saudades Pai!


quarta-feira, 18 de março de 2015

Yellow

Diz que está na moda, pelo menos a Zara diz:








H&M Studio

Não sei se serei eu a esquisita, sei que da colecção Studio da H&M só gostei disto:

Fato-de-banho

Fato-de-banho que está em cima




segunda-feira, 16 de março de 2015

Tu devias saber isto, antes de nós...

Antes destes nossos 7 anos.
Não soubeste, mas mesmo assim apaixonaste-te por mim, dizem que muito antes de estarmos juntos já o eras. Não acredito bem nisso, seria até pouco modesto da minha parte, mas sei que já te fazia fervilhar o sangue, tal como fervilhava o meu quando te via passar. Por mais que não fosse pela ideia que já me tinham colocado na cabeça, "aquele é o I., é mesmo giro não achas?!". Sim, acho. A verdade é que naquela noite quente de Julho, por incrível que pareça eu sabia que teria alguma coisa contigo, mas estava longe de saber que serias o amor da minha vida, não o meu primeiro amor, mas o meu amor para sempre!
Mas eu não te avisei, nem tão pouco demonstrei que não seria fácil, que não sou fácil, chegando muitas vezes a roçar o insuportável, também não me avisaste que me amarias mesmo assim.
Não te disse que sou inconstante, nem que falo muito alto quando estou irritada, e são tantas as vezes em que estou irritada. Não sabias que tenho falta de paciência, ou que sou extremamente ansiosa, a grande parte das vezes por antecipação, e eu também não sabia que quando me falta a paciência, tu terias pelos dois, nem sabia que quando estou irritada serias a única pessoa que consegue realmente acalmar-me, ou por vezes irritar ainda mais quando dizes o maldito "tem calma". 
Tu devias saber que eu não tenho sempre bom ar, que muitas vezes me apetece andar maltrapilha, despenteada, com aquele carrapito que tu não gostas, e mesmo assim brincas e dizes que pareço uma sopeira. Gosto ainda mais de ti por isso, porque és sincero.
Tu devias saber que eu faço o que eu quero, antes de te apaixonares por mim devias saber que quem comanda a minha vida sou eu, mesmo quando os outros dizem que estou errada, ou dizem para não o fazer, eu faço à mesma. Agora sabes, e o incrível é que apoias sempre qualquer decisão que eu tomo, incentivas mesmo que aches que não me vou sair tão bem quanto queria, mesmo quando corre mal, mesmo que saibas que vai ser em ti que vou descarregar, o incrível é que tu deixas, permites que eu descarregue, e ainda dizes "eu sei que estás a resmungar e não é comigo, mas vá, chora, faz bem". Também sabes que eu tenho o meu mundo, que aprendi desde pequena a ser um pouco solitária, muitas vezes a minha companhia basta-me, e aceitas isso, permites que esteja na minha bolha. 
Tu devias saber que eu não me dou pela metade, que detesto tempos mortos, que estou sempre a planear o fim-de-semana. 
Devias saber que eu dou tudo pelos meus amigos, e que não digo isso para ficar bonito, não é uma daquelas tangas que todos dizem. Agora sabes e o mais incrível é que gostas tanto deles quanto eu.
Também devias saber que tenho a minha história, e que nunca a vou colocar de parte, porque afinal de contas faz parte de mim, de mais ninguém. Agora sabes, não gostas quando falo disso, bem sei, mas permites que o faça.
Não sabias que o FCP é o melhor clube do mundo e que o Bruno Alves é o melhor jogador, agora sabes!
Devias saber que eu sou sempre pela família, sempre, que é com eles que me sinto bem. Agora sabes, e ouves vezes sem conta as mesmas histórias, deixas-me falar dos meus avós, das saudades que sinto deles, mesmo que tenhas ouvido as mesmas histórias vezes sem conta; deixas-me falar dos meus primos, sabes o nome de todos, e o que sinto por eles.
Também devias saber que gosto de comer, gosto mesmo muito de comer, que não fico bem só com uma folha de alface, ou com sementes. Agora sabes, acompanhas e somos os los lateiros.
Tu devias saber que eu falo muito, pelos cotovelos, que regateio e coloco a mão na anca, agora sabes e o certo é que ainda não fugiste.
Também devias saber que sempre que saio à noite sem ti, vejo a tua cara nos outros, e penso na sorte que tenho em ter-te na minha vida. Sabes só que aquilo que eu sou quando tu estás, também sou quando tu não estás. 
O certo é que eu também não sabia que tu serias o meu para sempre, não sabia que o 2016 poderia realmente acontecer, mesmo que seja em 2018 ou 2020.
Não sabia que não aconteceu nada naquela noite no Porto, na Picaria, ou naquela noite no Vogue, ou em todas as outras vezes em que trocamos mensagens, ou saímos juntos sem ninguém saber, porque não era o dia, nem a hora para que tal acontecesse. Não sabia que só 8 anos depois de tanta coisa, só no dia 16 de Março de 2008 ficaríamos juntos. Não sei ainda se a treta do destino existe, sei que tem de existir alguma coisa.
Não sabia que te iria amar mesmo quando tu me irritas, nem sabia que iria gostar tanto da nossa história e contá-la vezes sem conta, sempre com o mesmo sorriso.
E também não sabia que te tornarias na parte vital do meu mundo.
Não sabia que dançarias Kizomba comigo em cima da cama, mesmo dizendo que não sabes dançar, e estava longe de saber que alinharias nas minhas parvoíces, o nosso topas!
Agora sei, sei que és o meu amor maior! Para sempre e mais dois dias!
Nós, é mais sete?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Macacão Cristina Ferreira

Ah e tal é um Stella McCartney. Pois é Srs., mas como se não bastasse ser feio nas horas, ainda tinha de custar quase €2.000,00!
Não Cristina, desta vez não gostei mesmo!


Fotos retiradas aqui

Diz que o amarelo é cor da moda...

Vai daí, a Zara que não falha uma, lança um modelo de sandálias que eu adorei em duas cores:





Diz que vem aí a época dos "mal-vestidos"...

Sim, essa mesmo. Aquela em que vemos um sr. de casaco de penas e uma sra de sandálias, uns têm frio, outros têm calor. O problema, no meio de tudo isto, é que não sabemos o que vestir. Vai daí decidi dar as minhas modestas dicas, das peças fundamentais que devemos ter para esta mudança de estação:

Casaco de malha

Sweat
Botins
Vestido com manga
Blazer fluido

O belo biker

Vans slip
Slip on sneakers
New Balance

New Balance





quinta-feira, 12 de março de 2015

Do poder da educação...

A nossa base é e será sempre a mesma, a educação que tivemos, a forma como somos educados. Não são raras as vezes que ouço alguém dizer "x e y são irmãs, foram educadas da mesma forma e são tão diferentes", pois lá está, depois a educação conjuga-se com a personalidade, com os gostos, as vontades, os quereres de cada um.
Numa das entrevistas da revista Cristina, a Procuradora da República diz algo como "eu lembro-me de determinadas histórias que os meus pais contavam e a minha irmã não". 
A propósito de um "desabafo" que li aqui, também eu pensei nessas bases, na forma como me educaram. 
Educaram-me de forma a não ser muito carinhosa, não tenho por hábito o toque, os beijinhos, os abraços. Algo que eu quero ter com os meus filhos, algo que eu tento mudar, contrariar, porque não fui de todo habituada a dar beijinhos e abraços aos meus pais. Sei que com o meu pai tenho mais cumplicidade, sou menina do papá, é sempre a aprovação dele que procuro, e não são raras as vezes que lhe dou um safanão carinhoso, talvez seja a minha forma de lhe dar um abraço.
Também me educaram de forma a não mostrar muito os meus sentimentos, o que estou a sentir, porque eles foram habituados assim, fazem o mesmo. Algo que, mais uma vez, também quero contrariar, porque quero que os meus filhos partilhem aquilo que estão a sentir e saibam que o podem fazer.
Depois disso há aquela característica que fui buscar ao meu pai, de parecer estar sempre bem. Fui educada a desenrascar-me, a ser forte, a levar muitas coisas aos ombros, para a frente é o caminho. Sempre consegui é certo, mal ou bem, consegui. Mas há uns pesos maiores que outros, há fases mais duras, há problemas mais graves, mas fui educada a enfrentar os problemas de frente, a ter força por mim e pelos outros. 
Tudo isto se retrata por exemplo num facto, a maior parte dos meus amigos não me pergunta "como estás". Se isso me afecta?! Tem dias, quando estou naquela fase de "carregar o mundo", mas nos restantes, não me afecta de todo. 
Acho que sou daquelas pessoas que os outros sabem que podem contar. Se isso é bom, ou mau, nunca saberei, sei que é esta a minha natureza.